sexta-feira, 2 de julho de 2010

Biografia Havaianas

Elas estão nas prateleiras de lojas de departamentos chiques como Saks Fifth Avenue e Bergdorf Goodman, em Nova York, e Galleries Lafayette, em Paris. Ocupam espaço em vitrines da badalada Via Spiga, em Milão, dividindo a cena com marcas famosas como Dior e Prada. Adornam pés de socialites, artistas, modelos e até mesmo do Presidente da República. Ao mesmo tempo são vistas em uma marcha do Movimento dos Sem-Terra sobre Brasília, nos pés de milhares de homens, mulheres e crianças. Sem dúvida é a sandália mais democrática que se tem notícia. Estou falando das sandálias HAVAIANAS. Calça“do mais pobre ao mais rico” - como disse o escritor Jorge Amado. O que começou como um produto popular, que já foi considerado “coisa de pobre” no Brasil, virou produto fashion em menos de quatro décadas, e hoje enfeita pezinhos milionários, como os das atrizes Julia Roberts e Sandra Bullock, e os das super modelos Naomi Campbell e Kate Mossvisto. Bonita e gostosa, a sandália se transformou em um objeto cult. No exterior, os modelos mais incrementados, feitos sob encomenda, valem mais de US$ 100.

A história
Tudo leva a crer que foi a Zori, sandália de dedo japonesa feita de palha de arroz ou madeira lascada (a mesma utilizada na produção de tatame) e que é usada com os quimonos, a real fonte de inspiração para a criação das sandálias HAVAIANAS em 14 de junho de 1962. Mas a versão nacional trazia um diferencial: eram feitas de borracha. Um produto natural, totalmente nacional e que garantia calçados duráveis e confortáveis. Eram as tradicionais branquinhas com tiras e laterais que variavam em cinco cores, entra a mais popular o azul. Visualmente pobres e baratas. Embora o design das sandálias Havaianas seja de origem oriental, seu nome foi inspirado no Havaí, o paraíso do sol e do mar, onde os ricos e famosos norte-americanos passavam suas férias. Esse nome era considerado ideal, já que o calçado era adequado para o uso em países de clima quente, pois deixava os pés descobertos, evitando o excesso de transpiração.
A idéia da nova sandália se espalhou feito rastilho de pólvora. Em menos de um ano, a São Paulo Alpargatas já fabricava mais de mil pares por dia, o que levou ao surgimento das imitações. A concorrência bem que tentou, mas não contava com a qualidade das “legítimas”, as únicas que “não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras”. Durante quase trinta anos, o consumidor das sandálias HAVAIANAS, vendidas com mais freqüência em mercados de bairros, se restringia a uma classe menos favorecida e costumava-se dizer que “Havaianas era chinelo de pobre”. Era preciso adotar um novo posicionamento para alavancar as vendas e mudar sua imagem.
O toque de Midas foi o lançamento, em 1994, de uma nova versão: as monocromáticas HAVAIANAS TOP com cores fortes e ligeiramente mais altas no calcanhar do que o modelo original. O novo modelo, com tiras e solados monocromáticos, foi inspirado na moda inventada pelos surfistas brasileiros que viravam as palmilhas de suas (antigas) HAVAIANAS a fim de deixar a face colorida voltada para cima. O modelo foi posicionado no mercado como um produto mais caro do que as tradicionais. Impulsionada por maciços investimentos em campanhas publicitárias protagonizadas por artistas e celebridades, transformou-se em objeto de desejo. Em seguida, a distribuição também passou a ser focada em nichos de mercado. Cada ponto de venda recebia um modelo diferente, de acordo com seu público alvo. Outra mudança foi na exposição do produto no ponto de venda. Ao invés das grandes cestas com os pares misturados, criou-se um display para valorizar o produto, facilitar a escolha e, claro, impulsionar as vendas.

Continuando a segmentação de mercado, novas versões e muitas cores foram lançadas, além da introdução, em 2005, da HAVAIANAS Socks, uma meia que se adapta ao contorno do dedão do pé, permitindo que ele se encaixe na sandália (primeiro passo da empresa para a expansão da marca). O produto foi introduzido no mercado com o slogan “Havaianas Socks, para quem é louco por Havaianas”. O novo posicionamento também permitiu o desenvolvimento de estratégias mais ousadas, como a parceria feita com a H.Stern para lançar seis pares de Havaianas de Ouro. Um deles chegou a ser vendido por R$ 52 mil. Isso gerou uma enorme exposição de mídia espontânea para a marca. O mesmo ocorreu quando a empresa colocou o logotipo de Miró nas sandálias que foram distribuídas em uma festa no consulado espanhol, em 2004
As novas opções e o posicionamento diferenciado caíram no gosto do povo. E de repente, andar de HAVAIANAS por aí não parecia mais coisa de pobre, mas algo da moda. E assim as sandálias se tornaram objeto de desejo dos brasileiros. Sucessivos ciclos de inovação em estilos e cores, que passaram a ser pesquisados com a ajuda de birôs internacionais, romperam com o velho estigma e valorizaram o produto. A expansão da linha de produtos (sandálias, meias e toalhas) teve continuidade em 2008, quando no mês de novembro a marca lançou oficialmente no mercado uma linha de bolsas. Foram, inicialmente, 8 modelos em cores, tamanhos e formatos diferentes. Tem a Mega, ideal para quem ama levar todo o armário na bolsa; a Side, inspirada no modelo carteiro; a Tote, espaçosa e com base reforçada; a Zip com vários zíperes e um compartimento coringa para guardar toalhas ou jaquetas e a Saco com alças iguais as das tiras da sandália - ideal para quem gosta de carregar somente o necessário. Produzidas em 100% algodão possuem detalhes emborrachados e em metal e a versão estampada traz um floral composto por mini sandálias HAVAIANAS. O charme fica, claro, por conta do chaveirinho em formato de sandália HAVAIANAS colorida. As novas bolsas serão comercializadas em apenas 60 pontos de venda em todo o país e num único local no exterior: a Galeries Lafayette, em Paris.
Em 2010 a marca lançou sua primeira coleção de calçados casuais, intitulada Soul Collection, que conta com três modelos feitos de lona e os tradicionais solados de borracha em seu interior. O relevo das tiras e dos solados são detalhes que também estarão presentes. A novidade foi lançada primeiramente na Europa e estará disponível em breve no Espaço Havaianas, em São Paulo.


Os modelos
A linha das sandálias HAVAIANAS cresceu de apenas um modelo até 1994 para 59 diferentes tipos diferentes nos dias atuais, comercializadas em mais de 60 cores. Entre os mais populares destacam-se:

BRASIL (introduzida em 1998) - Sandálias com a bandeira do Brasil pregada nas tirinhas e listras das cores da bandeira em torno da base.

BABY (introduzida em 2005) - Sandálias em tamanhos que vão do 17/18 ao 23/24, com feixe para prender ao calcanhar. Possuem as variações Baby Pets (com bichinhos nas tirinhas), Baby Brasil (com estilo idêntico ao modelo adulto) e Baby Estampadas (com estampas coloridas na base).

CARTUNISTAS (introduzida em 2005) – Sandálias para crianças, trazendo estampas de cartunistas famosos.

ESTAMPADAS - Linha com estampas coloridas na base de flores e borboletas. Possuem variações Alamoana, Butterfly, Floral, Flowers, Hibisco e Sunny. Todas com diferentes formas de flores e borboletas.

FLASH (introduzida em 2003) - Possui diferentes formas de tiras e estampas. Existem as variações Flash Hit, Flash Indian, Flash Urban, Flash Urban Fresh, Flash Way, Flash Way Etnics e Flash Tresse (modelos com tiras trançadas e em cores quentes).

HIGH (introduzida em 2003) - Modelos com saltos de até 6 centímetros em diferentes cores e estampas. Existem as variações High Butterfly, High Camuflada, High Flowers, High Light, High Look, High Metalic e High Sun.

IPÊ (introduzida em 2006) - Sandálias com estampas de animais em extinção feitas em parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), onde 7% das vendas líquidas serão destinadas ao instituto. Possui a variação IPÊ Filhotes que, como o nome sugere, trás estampas de filhos e tamanhos menores para crianças.

JOY (introduzida em 2005) - Modelo feminino com salto pequeno de 3 centímetros. Não possuem estampas nem variação de modelos, apenas de cores. Todas trazem flores delicadas presas às tiras.

KIDS - Modelos para crianças que trazem a também a linha Kids Pets, com bichinhos nas tiras; e a Kids Monsters.

MENINA (introduzida em 2006) - Linha com modelos perfumados para meninas e com muito cor-de-rosa e estampas de corações, flores e frutas. Existem as variações Kids Flores, Kids Lucky, Kids Stars e Kids Tropical, que vêm com uma bolsinha estampada.

MENINO (introduzida em 2006) - Sandálias com temas de esportes radicais e aventura. Existem as variações Kids Radical e Kids Monsters.

SLIM (introduzida em 2006) - Simples e com tiras mais finas. Possui duas variações, a Slim, lisa contando apenas com variação de cores, e a Slim Season, com tiras e estampa floral dourada.

SURF - Modelos simples de tiras pretas com cores e estampas renovadas com desenhos de manobras, paisagens, tribais e grafismos que refletem o espírito do surf.

TRIAL (introduzida em 2007) – Sandália com tiras fixas e mais largas que contornam o calcanhar garantindo estabilidade aos pés.

WAVE (introduzida em 2007) – Sandálias masculinas com formato anatômico com tiras bicolores mais largas.


Ganhando o mundo

A revolução da marca começou com a criação do departamento de comércio exterior em 2000. Até então, as vendas para o exterior eram esparsas, não havia um movimento articulado em direção a esse mercado. A decisão de explorar a marca no exterior deu-se pelo fato de ser um produto tipicamente brasileiro, colorido, e sem concorrência interna ou externa. E uma das primeiras medidas para chegar a esses destinos foi reorganizar a rede de distribuidores no mundo todo. Alguns eventos contribuíram para o sucesso da marca no exterior, como quando as brasileiríssimas sandálias chegaram ao mercado francês em 2001, onde foram vendidos três mil pares. Em 2003, os tradicionais chinelos de borracha desfilaram nos pés de todas as modelos na passarela do estilista Jean-Paul Gaultier. Nada melhor para criar uma boa imagem da sandália e aumentar as vendas. Hoje, é possível esbarrar nas ruas com mais de um milhão de franceses e francesas usando HAVAIANAS. Esse aumento só foi possível porque a distribuidora francesa trabalhou o conceito da marca. Além do desfile de Gaultier, em 2003, a empresa fez parceria com grandes lojas de departamento, como a Galeries Lafayette e o Bon Marche.

Outro evento importante para divulgação da marca no exterior ocorreu em 2003 quando foram distribuídas HAVAIANAS aos indicados ao Oscar. Dois meses antes da cerimônia, a empresa desenvolveu um modelo sofisticado, decorado com cristais austríacos Swarovski e guardado em caixas especiais com o nome dos atores imitando os símbolos estampados na calçada da fama de Hollywood. Paralelamente, a fábrica entrou em contato com os agentes das 61 celebridades indicadas ao prêmio - entre elas, Jack Nicholson, Nicole Kidman e Renée Zellweger - para saber que número calçavam. No dia seguinte à premiação, todos receberam sua sandália. Iniciativas como essa ajudaram a Alpargatas a vender 1 milhão de pares de HAVAIANAS aos varejistas americanos neste ano. Nos últimos anos, a receita gerada pela exportação do produto praticamente quadruplicou. Os Estados Unidos, França e Austrália são os maiores mercados da marca no exterior.

A loja conceito
A primeira loja-conceito (flagship store) no mundo da marca, chamada ESPAÇO HAVAIANAS, foi inaugurada no dia 23 de janeiro, na badalada rua Oscar Freire, em São Paulo. Com 300m² o luxuoso endereço, assinado pelo arquiteto Isay Weinfeld, é decorado com mosaico de clarabóias no teto e paisagismo lateral, passando a impressão de se estar numa praça, inclusive com barraca de feira, que remete à origem do chinelo. Os produtos para exportação ficam num contêiner. Amplo e contemporâneo, o espaço reúne todas as linhas de frente da marca em setores, com destaques para dois: Barraca de Feira, em homenagem à origem popular das HAVAIANAS e Customização, com as inúmeras possibilidades de combinações entre solas, tiras e pins. Existe ainda um corner com as opções infantis.
O visitante encontrará toda a linha das sandálias (são mais de 350 modelos, inclusive, os destinados apenas à exportação), desde a mais simples (que custa R$ 8,90), até uma customizada com cristais Swarovski, que custa R$ 250. Além da recém-lançada coleção de bolsas e também toalhas, chaveiros, pins e meias. O visitante poderá também conhecer a história e evolução da marca em um cubo vidro (onde repousa o primeiro modelo da sandália criado em 1962), ou nas paredes, onde frases e informações explicam a trajetória e o desenvolvimento da marca ao longo dos seus 47 anos de existência. O visitante pode customizar as sandálias. Há uma tela no balcão, onde o produto criado é fotografado e assinado, depois é arquivado na biblioteca virtual.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Lançamento: 14 de junho de 1962
● Criador: São Paulo Alpargatas S.A.
● Sede mundial: São Paulo, São Paulo
● Proprietário da marca: São Paulo Alpargatas S.A
● Capital aberto: Não
● Presidente: Márcio Luiz Simões Utsch
● Diretora Divisão de Sandálias: Carla Schmitzberger
● Faturamento: R$ 800 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Loja oficial: (franquias + 80) 
● Produção: 162 milhões/pares
● Presença global: 80 países
● Maiores mercados: Brasil, Estados Unidos, França e Austrália
● Segmento: Calçados
● Principais produtos: Sandálias
● Ícones: As próprias sandálias
● Slogan: As legítimas.
● Website: www.havaianas.com.br
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A marca no mundo

A marca, que possui participação de 80% no mercado brasileiro de chinelos de borracha, comercializa cerca de 162 milhões de sandálias anualmente, dos quais 10% para mais de 80 países dos cinco continentes (da França ao Japão, de Honduras ao Congo), podendo ser encontrada em mais de 200 mil pontos de venda. A HAVAIANAS mantém duas lojas oficiais (ambas localizadas na cidade de São Paulo), além de possuir mais de 80 unidades franqueadas. As exportações chegam a 22 milhões de pares (somente nos Estados Unidos está presente em 1.700 pontos de venda). A cada três brasileiros, dois em média consomem um par de HAVAIANAS por ano.
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Você sabia?

● Na fábrica de Campina Grande (Paraíba), são produzidos mais de cinco pares de sandálias HAVAIANAS por segundo. Desde seu lançamento as sandálias já venderam mais de 3 bilhões de pares.
● Atualmente a HAVAIANAS é a 4ª marca mais lembrada da América Latina, representando quase 50% do faturamento (R$ 1.6 bilhões) da Alpargatas São Paulo.
● No exterior a sandália é chamada de flip flop HAVAIANAS


Uma coisa é certa: objeto de desejo, as HAVAIANAS têm glamour, personalidade e estilo. Básicas, irresistíveis, imprescindíveis, elas serão eternas enquanto durarem. Suas famosas campanhas publicitárias impressas são cheias de humor, cores e uma linha criativa alegre.



Romantismo Tropical

As mulheres tropicais ganharam ares do velho mundo com a coleção da Priting. Tendo como inspiração os jardins ingleses, a marca apostou na organza, linho, nas cores branca, nas estampas em marrom e no xadrez discreto - predominante no Inverno e que fica em segundo plano no Verão. O diferencial da coleção ficou por conta das peças na cor verde oliva e nos casacos que deixam qualquer mulher elegante, verdadeiras "ladies" tropicais.
Já as modelos da Maria Bonita Extra enveredam por uma passarela cercada de plantas e com cheiro de mato para mostrar estampas florais quase minimalistas, blazers curtos, vestidos longos, macaquinhos e o rosa em sua tonalidade mais charmosa.

A marca Cantão (RJ) traz o "realismo maravilhoso" para a sua coleção, em que o céu é o limite, com o azul como tonalidade predominante. O laranja, que lembra o por do sol, e o pink também estão presentes em muitas peças. A grife, muito popular entre as hippies-chiques, deixou para trás o tom setentista e country de outras estações e investiu no esportivo para o Verão 2011. Destaque para os macaquinhos mais curtos, vestidos e shorts tipo corredor, bermudas ciclistas e mochilas.

Verão/2011-Tendências apresentadas no Fashion Rio

Como sugere o tema da 17ª edição do Fashion Rio - 360° cidade em movimento, o que move o mundo fashion são as ideias e conceitos. Com essa lógica, a coleção Mara Mac optou pelo vermelho, preto e branco para representar as transformações que a natureza vem sofrendo. Ao fim da apresentação, quando o cenário de cubos suspensos cai em torno de uma única modelo, a estilista dá o recado de que a moda é desconstrução e recomeço, já a natureza não.     

Cantão, Graça Ottoni e Maria Bonita Extra apostaram em suavidade e romantismo.

A Natureza não poderia ficar de fora da celebração da moda. De elemento cenográfico nas apresentações dos desfiles às estampas, ela aparece como fonte de inspiração de estilistas de diferentes marcas. Eles foram buscar pedras naturais (Redley), na areia (Graça ottoni), na terra (Walter Rodrigues), no céu (Cantão) e no frescor dos jardins ingleses (Priting) as cores e texturas para suas coleções . A marca Filhas de Gaya tentou representar as carapaças dos besouros através da silhueta de seus vestidos marcados na altura do quadril.

No quesito moda praia. A grife Lenny se inspirou nas paisagens desérticas e criou modelos que exploram a textura da areia e os tons terrosos e fechados. A coleção traz maiôs armados, além de túnicas elegantes e shorts para atender ao conforto. Já a Salinas buscou as semelhanças entre Bahia e Cuba que, por sua vez, foram muito marcados pela cultura africana. Essa mistura resultou em peças de diferentes cores: verde, azul, preto, rosa; além de estampas de listras e florais. A novidade fica por conta dos biquínis mais largos e com cintura alta.   

Significado das Cores


O Branco - Sugere pureza, evoca frescor e limpeza, principalmente quando combinado com azul. Simplicidade, luz, paz, infinito e harmonia.


O Cinza - Neutro, expressa seriedade e sabedoria.  


O Preto - Quando brilhante, confere distinção, elegância. noite e nobreza. 


O Vermelho - Significa força, dinamismo. É uma cor viva que simboliza força, energia e paixão.


O Laranja - Transborda expansão, é acolhedor, quente, íntimo e simboliza opor do sol, festa, movimento.


O Amarelo - É uma cor luminosa, vibrante e muito forte para atrair a atenção seja sozinho ou em conjunto com outras cores.   


O Rosa - Sugere afeição, feminilidade, delicadeza e doçura.


O Verde - Cor universal da natureza, representa frescor, equilíbrio. É uma cor calma que não encerra nenhum elemento de alegria ou paixão.


O Marrom - Emana a impressão de algo compacto. Sugere segurança e solidez. Representa a terra e o outono.


O Roxo - Equivale a um pensamento meditativo e místico remete a nobreza e o poder. Mistério e profundidade.


O Azul - Cor profunda, calma. Preferida por adultos marca uma certa maturidade. Simboliza o céu, o mar, tranquilidade e credibilidade.

O Poder do Coco


Do coco se aproveita quase tudo. A sua água, rica em sais minerais, é muito importante no combate à desidratação, diarréia, hipertensão, colesterol e enjoos.
As fibras, misturadas a outros produtos, se transformam em materiais resistentes e podem virar carpetes, colchões ou estofamentos para carros.
Da matéria-prima, as mãos dos artesãos fazem peças de grande beleza para enfeitar os mais requintados ambientes.
Jardineiros usam a fibra para a confecção de vasos de xaxins. 
A fibra serve ainda como geotêxtil, usada nas encostas de estradas para evitar a erosão do solo. 

Carne

Bem gordurosa, ela é fonte de proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais. Dela é feito 
o leite de coco, o farelo e o coco ralado para a preparação das mais refinadas iguarias.
O seu óleo é útil para a preparação de sabão, detergente e cosméticos.

Casca

A casca, sob elevadas pressões, vira uma espécie de carvão chamada brinquete. Depois que vira pó, ela é usada fertilizante do solo. Seu óleo também é muito utilizado para fins farmacêuticos. E além de tudo é uma delícia nos dias de verão, na beira da praia...          

Parceria Havaianas e Ipê – Instituto de Pesquisas Ecológicas

Publicado originalmente no "Guia Prático de MRC: Diretrizes e Casos", elaborado pelo IDIS em julho de 2007, este estudo de caso apresenta como a São Paulo Alpargatas, através da sua marca de maior sucesso, a Havaianas, utilizou com eficácia a ferramenta de marketing relacionado a causas para estabelecer uma relação “ganha-ganha” com uma organização da sociedade civil parceira, o IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas. Para concretizar esta parceria, a Havaianas lançou uma nova coleção de sandálias estampadas com animais em extinção, as Havaianas-IPÊ. Desde julho de 2004, os modelos desta coleção são comercializados em vários países, numa campanha inédita, que visa também levantar fundos para ações de conservação da fauna brasileira.

História: a Havaianas e o IPÊ
Fabricante de calçados, artigos e vestuários esportivos e têxteis industriais, a São Paulo Alpargatas é uma empresa 100% brasileira, líder nacional nos segmentos em que atua. Com oito fábricas espalhadas pelo Brasil e detentora das lojas de varejo Meggashop e Timberland, a empresa emprega diretamente 12 mil pessoas. Uma das marcas mais conhecidas da empresa são as sandálias Havaianas, desde 1962 no mercado brasileiro, e atuante em outros 80 países. O alto valor percebido versus o preço pago é o principal diferencial da marca no mercado, que possui o slogan “Havaianas - todo mundo usa”. Em 2006, a marca possuía 42% de participação no mercado. O IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas foi fundado em 1992, apesar de ter iniciado suas atividades em 1978. A organização da sociedade civil é sediada no interior de São Paulo, na cidade de Nazaré Paulista, e tem como objetivo garantir a conservação dos recursos socioambientais do Brasil, conservando a biodiversidade existente no país. Atualmente, o IPÊ realiza cerca de 30 projetos, que englobam desde a formação de profissionais em educação ambiental, até a restauração de habitats, extensionismo rural, ecoturismo com base comunitária e geração de renda por meio de práticas sustentáveis. Conta com mais de 90 profissionais, desde biólogos até educadores, espalhados nos projetos em diferentes regiões do país. A São Paulo Alpargatas, detentora da marca Havaianas, tem como missão “Desenvolver e comercializar produtos inovadores, de alto valor percebido, com qualidade e rentabilidade, classe mundial e criação de valor para os acionistas, funcionários, fornecedores e clientes, atuando com responsabilidade social e ambiental”. Para cumprir tal missão, a empresa sustenta-se em valores como ética, inovação, satisfação dos consumidores, respeito às pessoas e comprometimento. Foi com esse background que representantes da Havaianas conheceram o IPÊ, após terem sido convidados por seus fundadores. A idéia de associar a imagem das Havaianas a um projeto de responsabilidade social e ambiental já existia. Optou-se, então, por apoiar a causa ambiental. "Acho fundamental a iniciativa privada participar de uma maneira atuante ajudando a financiar e divulgar causas que cuidem do futuro do nosso planeta", defende Carla Schmitzberger, Diretora de Negócios da Havaianas. 
 O uso de figuras de animais em extinção, objetos de estudo do Instituto, nas estampas das sandálias foi a maneira encontrada por ambas as partes para se estabelecer uma parceria em que tanto a Alpargatas quanto o IPÊ agregariam valor às suas respectivas organizações. Essa foi a primeira vez que a Havaianas colocou o logo de uma organização da sociedade civil ao lado de sua marca. “O IPÊ sempre buscou visibilidade nacional e a Havaianas é um produto democrático, que atinge vários segmentos. Com isso, pretendemos popularizar o nosso trabalho e conseguir recursos financeiros para o fortalecimento institucional da organização”, afirma Andréa Peçanha, coordenadora da Unidade de Negócios Sustentáveis do Instituto. A parceria teve início em 2004, com uma coleção formada por sandálias que ilustravam o peixe-boi, o mico-leão-de-cara-preta e o papagaio-de-cara-roxa. Já no ano de 2005, houve a renovação da coleção com novas espécies como a arara, o muriqui e a onça. Houve também o lançamento da coleção filhotes para as crianças, devido aos inúmeros pedidos dos consumidores. Em 2006, as espécies escolhidas foram à borboleta, a lontra e o sauá. A linha 2007 é composta pelos seguintes animais: tamanduá, ararajuba, e mico-leão-preto. A venda dessas sandálias contribui para a sustentabilidade da organização e a continuidade de seus projetos, além de divulgar espécies da fauna brasileira que se encontram em perigo de extinção, muitas delas desconhecidas por grande parte da população brasileira.
Os objetivos da parceria
A parceria da Havaianas com o IPÊ tem como principal objetivo popularizar as espécies animais  brasileiras para os mais diferentes públicos. Tal divulgação visa promover a sensibilização da população para a conservação da megadiversidade do Brasil.
Os objetivos gerais da parceria são:
Divulgar espécies da fauna brasileira em extinção;
Aumentar a visibilidade do IPÊ e de suas ações;
Arrecadar recursos que contribuam para o crescimento institucional da organização, apoiando a sustentabilidade do seu trabalho;
Agregar valor à marca Havaianas, de modo que a expressão da responsabilidade socioambiental embutida na coleção de sandálias possa fidelizar e angariar novos clientes;
Estabelecer o compromisso corporativo da Havaianas em respeito ao meio ambiente.
Ambas as partes pretendem realizar uma parceria duradoura, de forma que os benefícios gerados por ela possam se sustentar ao longo do tempo. A Havaianas transformou a nova coleção de sandálias num item de série; o IPÊ sabe que uma parceria com uma marca extremamente forte e rentável, tanto no Brasil como no exterior, só tende a valorizar sua própria imagem e captar mais recursos para o desenvolvimento de suas atividades.
A mecânica: como a Havaianas e o IPÊ “fizeram acontecer” - Arrecadação para a Causa
Os royalties pagos pela Havaianas ao Instituto IPÊ são de 7% da venda líquida das sandálias estampadas com os animais em extinção. Esses recursos são direcionados pelo Instituto para um fundo de conservação, que criará condições para a continuidade dos trabalhos da organização, com efeitos positivos para a sustentabilidade do meio ambiente e das comunidades das regiões onde o IPÊ atua. “O IPÊ encara a parceria de forma estratégica. Esta doação cria uma expectativa de maior duração dos projetos de conservação, garante grande visibilidade para a organização, atrai a atenção de outras empresas com potencial para o desenvolvimento de parcerias e amplia a possibilidade de gerar renda para as comunidades assistidas pelo IPÊ, por meio da divulgação dos projetos”, destaca Andréa Peçanha.
Investindo em novas tecnologias e mercados
As primeiras sandálias Havaianas com a estampa de animais em extinção chegaram ao mercado em julho de 2004. Para o lançamento da coleção, a Havaianas investiu mais de R$ 200 mil em novos equipamentos e tecnologia que garantiram a impressão dos desenhos dos animais pela primeira vez em quatro cores - a criação foi da agência de publicidade Almap BBDO. Desta forma, foi possível representar com mais vivacidade os animais em seus habitats. Já a embalagem foi produzida em papel reciclado. O produto custa um pouco mais caro do que as sandálias tradicionais, girando em torno de 17 a 21 reais. A intenção inicial das Havaianas foi manter os três primeiros modelos por um ano e depois usar outras espécies de animais, transformando a sandália em um item de coleção. A coleção foi apresentada não somente ao mercado brasileiro, mas também para 80 países para os quais a Havaianas já exporta seus produtos. "A questão ambiental é internacionalmente relevante e a aceitação da linha Havaianas-Ipê tem sido excelente, tanto pela importante causa que abraça, como pelas estampas dos produtos”, afirma Carla Schmitzberge. A coleção 2005 trouxe outra inovação: desenhos diferentes nos dois pés e solados coloridos, o que tornou o produto ainda mais atraente. Outra novidade adotada na coleção filhotes foi uma gravura da espécie estampada na sandália, para que a criança possa colorir e aprender mais sobre a rica fauna do Brasil.
Disseminação de mensagem
O IPÊ acredita que população precisa conhecer e se “apoderar” da biodiversidade brasileira para poder batalhar pela sua conservação. Assim sendo, os pares de sandálias levam os desenhos dos animais nos solados, o nome científico de cada um e informações sobre seu habitat na embalagem.
Estratégias de Comunicação
Os processos de elaboração do produto e também da campanha de comunicação são planejados conjuntamente. A interação inicia-se com a definição das espécies a serem ilustradas em cada coleção e com a retratação da espécie dentro do seu habitat no produto. As informações sobre a parceria Havaianas-IPÊ e sobre as espécies enfocadas em cada coleção, contidas na etiqueta que acompanha o produto e também na embalagem, são elaboradas pelo Instituto e as peças publicitárias a serem veiculadas na mídia ficam a cargo da Almpa BBDO. Nenhum texto ou peça publicitária é veiculado sem a anuência das partes envolvidas e sempre houve uma grande preocupação com a transparência das informações que deveriam chegar ao público, como por exemplo, o percentual a ser revertido para a organização.
A sinergia entre as equipes de trabalho vem se ampliando cada vez mais e, desta forma, termos que eram muito particulares a apenas um dos envolvidos no início da parceria vão se tornando cada vez mais comuns para ambos os envolvidos, o que facilita enormemente a comunicação entre as partes. A partir do segundo ano da parceria, houve um consenso sobre a importância da divulgação dos resultados, ou seja, os valores arrecadados e as ações consolidadas a partir da arrecadação. Essa divulgação foi feita tanto na embalagem do produto quanto nas campanhas veiculadas em revistas de grande circulação nacional. Vale também ressaltar a importância da comunicação da parceria para os públicos internos tanto da empresa quanto da organização. Para o público da empresa, essa aproximação se dá através de palestras e visitas que buscam promover o comprometimento das pessoas com a causa a partir de um maior conhecimento do Instituto, seus projetos e sua missão. Nesse sentido, estão sendo somados esforços para promover palestras na fábrica da empresa, visando sensibilizar um número cada vez maior de pessoas e desenvolver um sentimento de orgulho pelo envolvimento com a causa ambiental. A comunicação interna pode ser considerada um dos fatores-chave do fortalecimento da relação entre os parceiros, já que uma boa comunicação leva ao envolvimento de um grupo cada vez maior de pessoas de ambos os lados, que acabam se apoderando de todo o processo, criando com isso maiores possibilidades de perpetuação da parceria.
Monitoramento e avaliação da parceria
A parceria buscou um relacionamento saudável e permanente, com retorno de ambas as partes, e planejamento de ações conjuntas, que pudessem otimizar vendas, gerar mídia espontânea e consequentemente divulgar as marcas e a causa que estão por trás do negócio. Reuniões anuais entre equipes de gerência e diretoria do IPÊ e da empresa avaliam as principais conquistas, resultados e necessidades da parceria, num misto de avaliação das ações do ano e planejamento do futuro. Esta ação também permite que, numa eventual troca de colaboradores de um dos níveis, haja continuidade das ações por haver comprometimento dos demais atores.
Resultados
Os parceiros avaliam a relação como “ganha-ganha-ganha”. Ganha a Havaianas, com um produto atraente que expressa seus valores socioambientais; ganha o IPÊ, com a divulgação e a mobilização de recursos para a causa; ganha o consumidor, com um novo canal de adesão a causa socioambiental; e ganha a natureza, com novos adeptos à sua proteção. Os pares de sandálias tiveram um volume mensal de vendas quatro vezes maior do que o esperado desde o lançamento. O sucesso da primeira coleção superou as expectativas, o que deu origem a três novas coleções (2005, 2006 e 2007): uma adulta, com mais três espécies, e uma infantil, com mais três animais da fauna brasileira ameaçados de extinção, alcançando um novo público. E a parceria foi renovada até 2010.
Os principais resultados foram: de julho de 2004 até abril de 2007, foram vendidos 2,4 milhões de pares;
De julho de 2004 até abril de 2007, mais de R$ 1,1 milhão foi arrecadado para a causa; Maior credibilidade para ambas organizações: a Alpargatas chancela o IPÊ no que diz respeito à seriedade do trabalho da organização e, em contrapartida, o IPÊ chancela a Alpargatas com relação à preocupação com a educação ambiental para a conservação da biodiversidade; O nome IPÊ tem chegado à população no geral e tem se fixado como um instituto ligado à conservação ambiental, fortalecendo o posicionamento da marca; Divulgação na imprensa devido à parceria, incentivando as pessoas a conhecerem e se interessarem pelo trabalho do IPÊ e pela atuação socioambiental da Havaianas; Ampliação do conhecimento sobre as espécies brasileiras, transmitido por meio das sandálias, atuando como disseminadoras de conhecimento na sensibilização da sociedade para a causa.

Dragão Fashion Brasil


Anualmente acontece, em Fortaleza – CE,  o Dragão Fashion Brasil (DFB), o mais expressivo evento da indústria da moda do Nordeste e um dos principais representantes do cenário conceitual brasileiro.
A 11ª edição do DFB, apresentou 33 desfiles assinados por designers de moda em ascensão de todo o Brasil. Nomes já estabelecidos e que desfilam suas criações no São Paulo Fashion Week, como Lino Villaventura e Mario Queiroz, também estiveram presentes.
Pela primeira vez, o evento trouxe o projeto Ceará Business, bolsa de negócios que pretende gerar oportunidades de negócios da moda local.
O Dragão Fashion Brasil também é incentivador de novos talentos da moda brasileira. O evento conta com mais uma edição do Concurso de Novos, dando oportunidade a oito instituições de ensino de moda. Cada grupo selecionado desfilou sua coleção durante a 11ª edição do Dragão Fashion. Há ainda, uma parceria com o SENAC, o Dragão Pensando Moda. Ação voltada para alunos, professores, empresários e profissionais de moda, direcionando o olhar para as questões do conhecimento na atualidade, com palestras e mesas redondas. E por fim, a parceria exclusiva com a ESTETHICA – uma promoção da Moda Sustentável e ecologicamente correta do The British Fashion Council é outra novidade que possibilitou ao DFB presença garantida no London Fashion Week na edição de setembro para lançar o Dragão Fashion Brasil 2011 com o tema Eco Design.

Portal do Dragão Fashion: dfhouse.com.br
Primeiro  canal de TV de moda online: noar.tv/dragaofashion.

Senac Moda Informação chega à 35ª edição


35º Senac Moda Informação antecipa inspirações para verão 2011.
Realizado no Memorial da América Latina, em São Paulo, o Senac Moda Informação apresentou tendências de consumo para o Verão 2011 e preview para o Inverno 2011. No dia 25/3/2010, a 35ª edição do evento antecipou para mais de 1.500 profissionais de moda o que será inspiração para o próximo ano.
Para o Verão 2011, Balmania, Divas Modernas, Doce Malícia, Étnico, Náutico e Resort Tropical foram os temas pesquisados e apresentados na palestra da coordenadora da área de moda do Senac, Tatiana Putti. A cartela de cores sugeriu todos os beges e utilitários, do off white ao verde militar, passando por nudes, cosméticos e corais. Azuis, dos turquesas ao marinho, principalmente os índigos em vários tons, serão bem explorados, como os tons de preto, branco e cinzas; rosas, laranjas e amarelos.
Outras palestras deram informações decodificadas e adaptadas ao mercado, destacando desejos e características mercadológicas para os segmentos surfwear, streetwear, infantil, acessórios, jeanswear feminino, moda íntima, moda praia; além do feminino (contemporâneo e jovem) e masculino casual.
Destacaram-se ainda a palestra da jornalista Adriana Yoshida, que apresentou em primeira mão pesquisa sobre comportamento jovem, o reflexo no consumo e os novos códigos; o encontro entre Alessandra Berlinck, Baixo Ribeiro e Ricardo Piazza no Momento Urbano, num bate-papo sobre como os principais movimentos urbanos podem influenciar o comportamento de consumo; e a coletiva que reuniu Aissa Basile, Denise Morais, Luciana Parisi, Raquel Müller e Renato Shibukawa para falar sobre pontos fortes do segmento feminino para o Verão 2011.
A próxima edição do Senac Moda Informação já tem data marcada: será em 30/9/2010.
Senac Moda Informação chega à 35ª edição         
No dia 25/03/2010, o Senac promoveu a 35ª edição do Senac Moda Informação, com foco nos temas e produtos para o verão 2011. O evento aconteceu no Memorial da América Latina, em São Paulo. As palestras foram realizadas no Auditório Simón Bolívar e no Espaço Senac de Cultura Urbana, simultaneamente.
O objetivo foi transmitir ao público o resultado de pesquisas realizadas pelos consultores do Senac nos grandes centros mundiais da moda, como Nova York, Milão, Paris, Barcelona e Londres.
As atividades foram voltadas a empresários do setor têxtil, confeccionistas, gerentes de produtos, compradores de grandes magazines, lojistas, estilistas, modelistas, jornalistas e editores de moda.
O evento é reconhecido pelo mercado da moda brasileiro como ótima oportunidade para atualizar conhecimentos, trocar informações e discutir propostas de moda para a estação.
Conceito Verão 2011
Toda a comunicação visual desta edição foi inspirada na visão que o astronauta russo, Gagarin teve da terra em 1960, quando estava flutuando no espaço dentro de uma pequena cápsula. Os elementos observados são os tons de azul, a água, a vegetação e as tonalidades proporcionados pela refração da luz do sol.
Comportamento feminino jovem
A palestra de abertura desta edição, ministrada por Adriana Yoshida, editora da revista Capricho, abordou o universo feminino jovem e seus hábitos de consumo e comportamento. A especialista falou sobre o papel fundamental da moda como ferramenta de expressão e o direito da garota de adotar o laço, o rosa e o vestido, sem perder seu lado transgressor.




O valor da inscrição para o evento foi de R$ 680,00 a R$ 810,00.
A programação foi a seguinte:
Auditório Simón Bolívar





• Palestra Novo Cenário de Consumo Jovem, com Adriana Yoshida, editora da revista Capricho





• Temas, com Tatiana Putti, coordenadora da área de moda do Senac





• Tecidos, Cores e Padronagens, com Luciana Parisi, consultora de moda





• Feminino Contemporâneo, com Raquel Sebe Müller, consultora de moda





• Malharia Retilínea Feminina, com Cecília M. Seibel, consultora de moda





• Acessórios: Calçados, Bolsas, Cintos e Bijuterias, com Beth Salles, fashion designer





• Momento Urbano, com Alessandra G. Berlinck, designer da Billabong Brasil Moda Praia; Baixo Ribeiro, designer de street e skatewear; e Ricardo Piazza, diretor de desenvolvimento de produto da Mormaii





• Infantil Menino e Menina, com Robi Spatti, diretor de criação e consultor de moda





• Masculino Casual, com Mauricio Lima Lobo, gerente de produto e estilo





• Jeanswear Feminino, com Robi Spatti, diretor de criação e consultor de moda





• Feminino Jovem, com Denise Morais, consultora de moda





• Pontos Fortes do Segmento Feminino, coletiva com Aissa Basile, Denise Morais, Luciana Parisi, Raquel S. Müller e Renato Shibukawa





• Preview Outono/Inverno 2011, com Aissa Heu Basile, consultora de moda





• Lingerie, com Patrícia Castellões, consultora de estilo





• Espaço Senac de Cultura Urbana





• Surfwear Masculino                                                                                                       





• Streetwear Masculino





• Surfwear Feminino





• Moda Praia





• Streetwear